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Osasco
19 de janeiro de 2021
Cultura Variedades

Tal cela que liberta?

Grupos aprisionam,

Tal cela que liberta?

Uma vez, num poema,

Escrevi tais versos sórdidos,

A sordidez está presente neles,

Os falsos amigos.

Fui pisada, mas rio,

Gargalho versos em rumores,

Observo-os.

Pois no fim, meus queridos,

A mulher que aqui chora,

Vencerá, e renova,

O que vocês jogam fora.

O lixo inconveniente que sou,

A chatice presente em minha fala,

Provocações que muito me disseram,

Outrora,

Não mais agora!

O presente me é de fita,

Assim como o futuro é de bronze,

O ouro que me falta?

Já perdi,

Mas conquisto no fim da partida,

Pois sou a dama que enlouquece os seres,

E a bruxa que se faz princesa,

E o feitiço que te liberta.

E agora? Chora?

Pouco me importa,

Pois tudo que derramei,

Você bebeu e cuspiu.

O amanhã aflora,

E eu aqui?

Com minha caneta,

Meu papel,

Minha risada,

Meu amor em forma de homem,

E a felicidade plena que vocês pensaram ter,

Mas eu que a tenho.

Fugirá?

Fugirão?

Não há saída!

Enfrentem a vida,

Completamente sozinhos.

E eu não estou mais só.

 

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