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23 de junho de 2021
Brasil Educação

Qual o papel das instituições de ensino na transformação da educação?

O panorama da educação em nosso país segue desafiador. Segundo dados do Ministério da Educação, ainda há mais de 10 milhões de analfabetos no Brasil
Prof. Hermínio Kloch, reitor da UNIASSELVI. Foto: Portal UNIASSELVI/Reprodução

Como já sabemos, a educação é item fundamental na trajetória de cada indivíduo e preponderante quando falamos em sonhos e conquistas. Neste sentido e indo além dos conceitos básicos, é importante fazermos uma análise sobre o mundo atual pandêmico e os novos formatos das instituições de ensino. Como será a faculdade do futuro? As universidades estão preparadas para a nova dinâmica de ensino remoto?

O panorama da educação em nosso país segue desafiador. Segundo dados do Ministério da Educação, ainda há mais de 10 milhões de analfabetos no Brasil -o que causa grande impacto em todas as frentes de desenvolvimento de um país. Por isso, tanto a educação básica, quanto as instituições de ensino superior têm papel fundamental para contribuir para a inclusão de um número cada vez maior de alunos na escola.

Em 2020, com a pandemia da COVID-19, a adaptação veio no formato das aulas e na entrega dos conteúdos. As escolas e docentes foram obrigados a aprender um novo modelo e incluir algumas mídias, como computador, celular e tablet no cotidiano escolar. Podemos dizer que todos fizeram a diferença, unindo inovação e criatividade, em busca da meta de realizar a sua missão, mesmo em um formato não presencial.

Portanto, hoje vivemos um momento de transformação, que vem trazendo um perfil diferente de aluno e de professor, o que já era preconizado pelo ensino a distância. Este modelo, que é trabalhado há mais de 15 anos pela UNIASSELVI, vem crescendo no Brasil. Por ser um país continental, o MEC fez um alto investimento, em meados dos anos 2000, com a proposta de ampliar as vagas do ensino EAD. Em 2019 foram 43% de ingressantes neste formato.

Estudar a distância requer mais disciplina e um novo comportamento. É preciso vontade e rotina para seguir em frente na busca por bons resultados. Mas todo o esforço vale a pena. É por meio deste modelo que o estudante é capaz de aliar rotina de trabalho e afazeres pessoais com a faculdade, já que a mobilidade permite que o estudo seja feito em lugares diferentes e no momento oportuno.

O que precisamos é proporcionar ao aluno a possibilidade de construir a sua trajetória de forma contínua. Já evoluímos muito, mas ainda temos um longo caminho a ensinar e percorrer na Educação.

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