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4 de dezembro de 2020
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Outubro Rosa : a campanha de conscientização contra o câncer de mama

Quando entramos no mês de outubro, logo nos vem a memória o lacinho rosa, símbolo dessa importantíssima campanha mundial em prevenção a esse tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil.

Quando pensamos em outubro, logo vem a nossa memória o “Outubro Rosa”. No que consiste essa expressão? Qual a sua origem e importância?

Sabemos que o câncer de mama é o segundo mais frequente no mundo, e que no Brasil, ela é a doença que mais mata mulheres. Na maioria das vezes o diagnóstico acontece tardiamente, porque as mulheres não ficam atentas aos sinais de seus corpos, e porque não fazem a prevenção. Quanto mais cedo o câncer de mama for descoberto, maiores as chances de cura.

Daí, a origem desse movimento internacionalmente conhecido como “Outubro Rosa”. Ele é comemorado em todo o mundo, e iniciou-se nos Estados Unidos, com ações conscientizadoras e preventivas referentes a doença, estimulando a realização de mamografias e outras, no mês de outubro. Posteriormente, esse movimento foi legalizado pelo Congresso Americano, e outubro tornou-se então o mês nacional de prevenção a doença. O laço cor-de-rosa foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure, e foi distribuído pela primeira vez aos participantes da primeira Corrida pela Cura ( New York), em 1990, e desde então, anualmente. Os laços rosa, posteriormente, passaram a serem distribuídos também em locais públicos, desfiles de moda e em outros.

No Brasil, porém, esse movimento demorou um pouco a chegar. Os primeiros indícios da campanha no nosso país se deu em outubro de 2002, quando o Obelisco do Ibirapuera (SP), foi iluminado com luzes cor-de-rosa. Ano após ano, o movimente foi aos poucos ganhando força, e em 2008, nossas cidades abraçaram a causa, promovendo corridas, iluminando monumentos e dando ênfase ao assuntos nas principais mídias.
Sabemos que o câncer de mama é um problema que atinge mulheres durante o ano inteiro, porém, é de suma importância que paremos uma vez no ano para enfatizarmos a importância da sua prevenção e encorajarmos mulheres a fazerem o tratamento, levando esperança, através daquelas que obtiveram a cura e engajaram-se nessa causa.

Em resumo: o Outubro Rosa é uma campanha celebrada anualmente em todo o mundo, com o objetivo de compartilhar informações, promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

Tópicos importantes sobre o assunto:
(retirados de http://www.oncoguia.org.br/mobile/conteudo/sinais-e-sintomas-do-cancer-de-mama/1383/34/ e http://bvsms.saude.gov.br/component/content/article?id=3309 )

I – Exame clínico das mamas:
É o exame realizado por médico ou enfermeiro treinado para essa atividade. Neste exame poderão ser identificadas alterações e, se necessário, será indicado um exame mais específico, como a mamografia, um raio X que permite descobrir o câncer quando o tumor ainda é bem pequeno.
O câncer de mama pode apresentar diversos sintomas, mas pode também ser assintomático para muitas mulheres. É importante, portanto, que a mulher conheça bem o seu corpo e possa analisar com frequência qualquer alteração nas mamas e procurar o médico ao notar alguma anormalidade.

II – Sinais e sintomas:
Os sinais e sintomas do câncer podem variar, e algumas mulheres que têm câncer podem não apresentar nenhum desses sinais e sintomas. De qualquer maneira, é recomendável que a mulher conheça suas mamas, e saiba reconhecer alterações para poder alertar o médico.
A melhor época do mês para que a mulher que ainda menstrua avalie as próprias mamas para procurar alterações é alguns dias após a menstruação, quando as mamas estão menos inchadas. Para as mulheres que já passaram a menopausa, o autoexame pode ser feito em qualquer época do mês.
Qualquer alteração que você venha a observar deve ser comunicada imediatamente ao seu médico, mesmo que elas tenham aparecido pouco tempo depois da última mamografia que você realizou ou do exame clínico das mamas feito por um médico.
O sintoma mais comum do câncer de mama é o aparecimento de um nódulo ou massa. Um nódulo sólido, indolor e com bordas irregulares é muito provável que seja um tumor maligno, mas os cânceres de mama podem ser sensíveis ao toque, macios ou redondos. Eles podem até ser dolorosos. Por esse motivo, é importante que qualquer nova massa, nódulo ou alteração na mama seja examinada por um médico.
O câncer de mama também pode apresentar vários sinais e sintomas, como:
• Inchaço de toda ou parte de uma mama (mesmo que não se sinta um nódulo).
• Nódulo único endurecido.
• Irritação ou abaulamento de uma parte da mama.
• Dor na mama ou mamilo.
• Inversão do mamilo.
• Eritema (vermelhidão) na pele.
• Edema (inchaço) da pele.
• Espessamento ou retração da pele ou do mamilo.
• Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos.
• Linfonodos aumentados
Vale a pena lembrar que na grande maioria dos casos, vermelhidão, inchaço na pele e mesmo o aumento de tamanho dos gânglios axilares são provocados por processos inflamatórios ou infecção (mastite, por exemplo), especialmente se acompanhados de dor.
Mas como existe uma forma rara de câncer de mama que se manifesta como inflamação, esses achados devem ser relatados ao médico imediatamente e a mulher deve realizar um exame clínico, obrigatoriamente.
Apesar da importância do diagnóstico precoce para aumentar e melhorar as chances de cura e sobrevida para as mulheres com câncer de mama, muitos casos ainda são diagnosticados em estágios avançados, inclusive com metástases, que é quando o tumor já se espalhou para outros órgãos. Nesses casos, os sinais e sintomas, além dos descritos acima, podem variar de acordo com a área afetada pelo avanço do câncer. As metástases do câncer de mama em geral atingem os ossos, fígado, pulmões ou cérebro.

III – Tratamento:
Existem diversos tipos de tratamento indicados para combater o câncer de mama. O plano terapêutico a ser adotado deverá ser definido pelo médico, mediante a análise de todos os exames realizados e pelos dados fornecidos pelo médico patologista, após a realização de biópsia.
A paciente deve ser informada sobre as melhores possibilidades de tratamento existentes para o seu caso, mesmo aquelas que não estejam ao alcance da cobertura do plano de saúde ou que não sejam acessíveis gratuitamente via SUS. É direito da paciente questionar e discutir com o médico todas as opções.

IV – Prevenção:
O câncer de mama não é uma doença totalmente prevenível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao seu surgimento e ao fato de que vários deles não são atitudes modificáveis. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles que podem ser mudados com a adoção de hábitos saudáveis

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