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30 de novembro de 2020
Variedades

O crescimento dos bancos digitais na pandemia

Com o advento da pandemia do coronavírus, tarefas corriqueiras como ir às ruas para pagar contas virou risco de vida. Realizar transações financeiras no conforto de nossos lares transformou-se em medida de segurança. Daí a opção na utilização das plataformas bancárias digitais.

A pandemia se instalou. Com ela, a necessidade do isolamento e o distanciamento social; do “fica em casa”. O medo tomou conta da vida de todos. Porém, as contas e boletos continuaram chegando normalmente. Qual foi a saída que encontramos, para evitarmos ir às ruas, e estarmos nos resguardando?
Mesmo durante a quarentena, alguns serviços, considerados essenciais, permaneceram funcionando.

Supermercados, drogarias, bancos e lotéricas foram alguns deles. Contávamos com o livre arbítrio de utilizarmos o espaço físicos para efetuarmos o pagamento de nossas obrigações, mas o medo do contágio nos inibiu. Era pavoroso estarmos enfileirados, aglomerados e próximos. A melhor saída, foi utilizarmos a tecnologia ao nosso favor, e nos rendermos aos bancos digitais.

Pesquisas revelam que o aumento do uso das plataformas digitais aumentou consideravelmente durante a quarentena, pelos motivos acima citados. Empresas como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander, Bradesco e Itaú, tiveram aumento na utilização de suas versões digitais em até 80% após o início do isolamento.

Tudo isso fez com que algumas instituições financeiras dessem um salto tecnológico naquilo que era apenas um projeto, como no caso da CAIXA, que por ser um banco público, ainda não estava alcançando, neste aspecto, o patamar dos bancos privados. A Instituição criou também o aplicativo relativo ao Auxílio-emergencial e ao FGTS, ambos digitais. Outros bancos trabalham para oferecerem ao usuário mais vantagens e facilidades.

Antes da pandemia, alguns já faziam uso dos bancos digitais, devido principalmente a praticidade, principalmente o público de gozava de uma melhor situação financeira, realizando dessa forma todas as transações por via tecnológica em tempo hábil e sem a necessidade de estar com dinheiro em mãos.

Durante a quarentena, além dessa classe, mais pessoas aderiram ao uso das tecnologias, principalmente os jovens e a classe média. Infelizmente, os mais idosos, que pertencem ao risco para o Covid, foram os que menos utilizaram os bancos digitais, por não conseguirem manejar bem o sistema, e preferiram, apesar dos riscos, optar pelos espaços físicos dos bancos e lotéricas, seguidos pelos menos favorecidos, que, por falta de condições financeiras, não poderiam adquirir smartphones e nem contratar planos de internet.
A tendência é que a utilização das plataformas digitais permaneçam em alta. Muitos dos que não tinham o hábito de utilizá-las baixaram os aplicativos e aprenderam a utilizá-los. Através da tecnologia podemos pagar nossas contas básicas, efetuar transferências, e até empréstimos. Tudo isso no conforto de nossos lares e escritórios, com economia considerável de tempo.

 

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