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22 de setembro de 2021
Barueri Cultura

Leitura dramática da 2ª parte de “O Santo e a Porca”, de Ariano Suassuna, será segunda-feira, 30

Quem assistiu on-line a primeira parte da leitura dramática da peça “O Santo e a Porca”, de Ariano Suassuna (1927-2014), não pode perder a segunda parte, que será realizada na próxima segunda-feira, dia 30, às 19h.
Leitura dramática da 2ª parte de “O Santo e a Porca”, de Ariano Suassuna, será segunda-feira, 30. Foto: Prefeitura de Barueri

Quem assistiu on-line a primeira parte da leitura dramática da peça “O Santo e a Porca”, de Ariano Suassuna (1927-2014), não pode perder a segunda parte, que será realizada na próxima segunda-feira, dia 30, às 19h. A transmissão será feita pelas mídias sociais da Cultura Barueri Oficial no Facebook e no Instagram.

Os alunos do curso de Teatro das Oficinas de Artes da Secretaria de Cultura e Turismo de Barueri, empenhados na produção desse espetáculo, não pararam os estudos e ensaios nem mesmo durante a pandemia.  

A professora Nana Pequini, que dirige o espetáculo, ressalta que os alunos decidiram pela obra de Suassuna depois de realizarem um mergulho detalhado na vida do autor nordestino. “Por não poder dar vida à peça no palco, os alunos resolveram fazer a montagem on-line na forma de leitura dramática. O texto de Ariano Suassuna é divertido, vale a pena ser lido para o público em geral”, afirmou Nana. 

A peça conta a história de um velho avarento. Ele guarda as economias de toda a vida numa porca de madeira. Ao receber uma carta dizendo que o autor da correspondência iria privar o velho do seu mais precioso tesouro, este fica apreensivo achando que vai perder o dinheiro da porca. 

A leitura dramática de “O Santo e a Porca” é dirigida pela professora Nana Pequini e realizada pelo grupo de alunos composto por Bruna Vieira, Arthur Henrique, Igor Moura, Rafael Azad, Júlia Sampaio, Jhonatan Melo e Gabi Aparecida. 

Sobre o autor 

Ariano Suassuna é um dos grandes nomes da cultura nacional de temática nordestina. O escritor, dramaturgo e poeta fundou o Movimento Armorial nos anos 1970, que tinha como objetivo utilizar a cultura popular para formar uma arte erudita. 

Além de teatrólogo, Suassuna foi professor, romancista, advogado, secretário de Cultura de Pernambuco (1994-1998) e fez parte da assessoria do então governador Eduardo Campos (1965-2014), até abril de 2014. É autor de obras consagradas como “Auto da Compadecida” e “O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta”. 

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