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Osasco
26 de novembro de 2020
Variedades

EXISTÊNCIAS DO SOFRER

Existo, contudo me calo.

Persisto, contudo me falta!

E me nego a suportar alheios que me cercam,

E me desconheço na música que me atordoa,

Assim como me conheço quando estou só,

E necessito tentar me acordar ao lado de outros seres.

O sofrer não me faz do orgulho de não me ter,

Mas me torna a ácida mulher de palavras,

Palavras que já não foram ditas outrora,

Por medo, temor, horror,

E agora digo mais que tudo,

Mais que a mim,

Eu temo a mim, ou temo ao mundo?

Temo.

Sofro.

Me tenho?

Me esqueço.

Me falto?

Talvez o forró da festa pouco me diga,

Mas o ardor de um tempo de solidão,

Este, ah!

Quem diz? Eu digo!

Quem me tem?

Não sei se eu.

 

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