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27 de outubro de 2020
Cidades

Em meio a quarentena, os brasileiros tem feito abuso de bebida alcoólica

No momento da pandemia, observou-se o aumento do consumo de bebida alcoólica entre os brasileiros e os impactos gerados na saúde mental: possíveis casos de dependência química e depressão.
Quando o ato de beber deixa de ser “divertido” e homem é flagrado bêbado no ambiente de trabalho. Reprodução: Internet.

Por meio de uma pesquisa empírica foi observado o hábito dos brasileiros diante desta pandemia, além dos gêneros alimentícios e de cuidados pessoais, os carrinhos estão com variedades de bebidas alcoólicas.

Ao observar o movimento nos supermercados que estão respeitando os protocolos de segurança sanitária (varia de Estado para Estado). Foi visitado o setor de bebidas alcoólicas e observou-se no horário das 19 horas, um fluxo maior de pessoas colocando estes itens no carrinho, por exemplo, a cada dez pessoas que entram no estabelecimento, 1 pessoa vai levar para a própria casa a sua bebida de preferência.

Tal fato preocupa os especialistas, diante do cenário crítico que além da dependência química que alguns vão adquirir, tem o aspecto da saúde mental e fazendo uma combinação fatal: alcoolismo e depressão. Foi analisado os seguintes dias da semana: sexta e sábado, pois são períodos em que os bares estariam cheios antes da pandemia do COVID 19. A data corresponde do dia 05 ao dia 13 de junho deste presente ano. Foi pesquisado uma cidade do Brasil para fundamentar a reportagem e analisar por um breve período de forma visual. A forma que as pessoas estão lidando com o isolamento social.

O cenário de emergência sanitária tem afetado a saúde mental dos brasileiros que estão desenvolvendo episódios depressivos e utiliza-se supostamente uma bebida mais “fraca” para combater a tristeza excessiva. Outro dado preocupante há pessoas idosas entre as pesquisadas, que as vezes, trazem consigo sentimento de abandono e a dependência química entre a terceira idade é uma realidade.

Segundo especialistas há uma preocupação com dois tipos de pessoas: os bebedores “sociais” que aumentaram o consumo e o risco de recaída pela falta da frequência aos grupos presenciais. E a outra ponta do iceberg está no impacto psicológico que a crise tem ocasionado, pois milhares estão em pleno desespero pela falta de perspectiva.

A classificação social em “fraca” ou “forte” não passa de ilusão por causa da concentração de etanol puro. O conceito de “tomar” uma de maneira sociável é bem subjetivo, variando de indivíduo, se considera dentro do padrão porque ingere uma garrafa de vinho (750 ml) e outro acha que não bebe muito porque ingere três garrafas desta bebida.

Não existe bebida “fraca”, um mito recorrente para justificar “tomar” uma por qualquer motivo. Reprodução: CISA

Pesquisas relacionadas aos “benefícios” do vinho ou da cerveja, representa o ovo da serpente para bebedores problemas ou alcoolistas crônicos, apenas um gole é suficiente para acordar o “demônio”. Uma das portas abertas pode ser oferecida pela Irmandade de AA (não é ligada a nenhuma seita ou religião).  Confira as reuniões a distância.

  1. Ingresse na reunião pelo seu computador, tablet ou smartphone.
    https://www.gotomeet.me/JUNAAB
  2. Você também pode discar usando seu telefone para ingressar.
    Brazil: +55 11 4118-4898 – Código de acesso: 398-785-605

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